De tecnologia de ponta em monitoramento a georreferenciamento, rastreabilidade e gestão de dados com proteção blockchain, o projeto YUXIBU, além de proteger, preservar e monitorar áreas com risco de desmatamento, ainda promoverá um impacto social relevante com ações de inclusão socioprodutiva melhorando as condições de vida e a economia local
 


 O Projeto REDD YUXIBU nasceu com o propósito de conservação florestal desenvolvido pela Canopée Ambiental no complexo das Fazendas Mucuripe, localizadas no município de Sena Madureira, no estado do Acre. A região é ocupada por povos e comunidades tradicionais, incluindo os indígenas Huni-Kuin, local onde ocorrem elevadas taxas de desmatamento, comprometendo não só o bioma nativo, como a vida população local.

Na foto acima, você pode ver uma das imagens geradas a partir do levantamento de campo feito na área do Projeto Yuxibu utilizando-se de uma tecnologia de ponta em coleta de dados e caracterização (LiDAR) que fornece informações como número de árvores, total de biomassa, UVC emitido e total de carbono por hectare, possibilitando o cálculo da estimativa do estoque de CO2 com maior precisão no local e permitindo a gestão georreferenciada dos créditos de carbono.)


 

A Canopée rastrea, mensura e certifica o trabalho realizado nas fazendas, impedindo que o desmatamento adentre as áreas preservadas. Ao total são 16 mil hectares, auditados e certificados em todas as suas etapas pelo Bureau Veritas (integrações de metodologias públicas de certificação ESG e de quantificação de não emissão de carbono), composta por três propriedades em bioma de floresta amazônica nativa preservada, que guarda grande diversidade vegetal e possui relevante importância social. Sua atuação já evitou o desmatamento ilegal de 2.117 hectares, o que corresponde a mais de 1.063.000 tCO2eq que foram impedidos de serem lançados na atmosfera desde o início dos trabalhos em 2005.
 

Com a receita proveniente dos créditos de carbono gerados pela preservação da floresta, parte da renda será reinvestida em projetos socioambientais, com intuito da geração de empregos para a população local. Por meio de planos de manejo florestal, com ênfase à inclusão socioprodutiva das comunidades e com viabilidade econômica em contraponto às pressões do desmatamento, o projeto fomenta ações relacionadas às atividades extrativistas, sociobiodiversidade e etnodesenvolvimento.

Em visita à região, o time da Canopée Ambiental, o C.E.O, Jean Pierre Cantaux, a Diretora de Projetos Socioambientais, Mirella Vargas e o Diretor de Operações Florestais, Gustavo Baêsso, pode observar a realidade das comunidades que habitam o local e das cooperativas e empresas que desempenham importante papel. Os povos tradicionais tem a floresta como lar e, por isso, se apresentam como verdadeiros guardiões das águas, do solo, da biodiversidade e do patrimônio genético sendo, portanto, importantes aliados e peças fundamentais na preservação do Meio Ambiente.

Nos projetos da Canopée são utilizados tecnologia de ponta em monitoramento, georreferenciamento, rastreabilidade, programa de gestão de projetos, controle de indicadores com gestão de dados com proteção blockchain (fungível da SOLANA) e certificação.

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